Algum lugar do Planeta

Viagens pelo mundo


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Hotel Musherib – Doha

Não fazia ideia de como escolher um hotel em Doha, só sei que eram todos bem caros, entrei no Booking.com e usei meu critério de sempre, dentro do meu orçamento, os com avaliação maior que 8,0.

Foto da Sala de TV com vista para a cama e o banheiro.

Foto da Sala de TV com vista para a cama e o banheiro.

O Hotel Musherib estava dentro desses critérios e optei por ele. E foi uma boa escolha. O quarto era enorme! Tinha uma sala com TV de LCD e  sofá e outro cômodo com a cama de casal bem grande (não sei exatamente qual o tamanho). O banheiro era bem espaçoso também, com meio box (se é que posso chamar assim), funciona, não molhou o banheiro todo. Eles oferecem uma garrafa de água de 1,5l de cortesia, o que é bastante útil na secura do Qatar.

Banheiro com "meio" box.

Banheiro com “meio” box.

O café da manhã sofre do mal de vários hoteis fora do ocidente, sem personalidade. Não sabe se é oriental, ocidental, árabe e no fim nada fica muito bom. Tinha rolinho primavera, feijão, ovo cozido, cereal, salada de fruta, tomate, alface, croissant, homus, coalhada seca, pão sírio… Nem precisa dizer que é difícil combinar essas coisas e olha que eu como quase qualquer coisa de manhã, não tenho frescura.

A localização é boa, não excelente. Eu gostaria de ficar dentro do Souq Waqif como já disse no outro post, mas é bem mais caro. Eu fui a pé do hotel até as principais atrações (Museu de arte islâmica, Souq Waqif, Corniche), mas não é perto e a paisagem não muito agradável para pedestres. E provavelmente em outra época do ano fazer essa caminhada durante o dia deve ser um tanto difícil.


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Hotel Palm Beach – Montevideo

Escolhi esse hotel pelo Hoteis.com e me arrependo, não pelo hotel, mas pelo fato de ter pago tudo de uma vez pelo cartão no ato da reserva.

O grande inconveniente desse hotel foi que o ar condicionado do hotel inteiro estava quebrado! Nenhum funcionava, nem no hall, eles providenciaram ventiladores para os quartos, mas no dia 24/12 foi o dia mais quente da vida de Montevideo, ficar sem ar condicionado foi uma verdadeira tortura. E pior, os quartos só tinham aquelas janelas basculantes que abrem apenas uma fresta, ou seja, o quarto não ficava fresco, nunca!

Por isso se eu não tivesse pago tudo de uma vez na reserva poderia reclamar na hora do check-out e pedir pelo menos um desconto. Pelo menos aqui no Brasil quando faço isso funciona! hehehe

No mais, o café da manhã é passável, mas sem frutas, quarto pequeno banheiro idem. Hotel aparentemente novo e bem cuidado. A localização é bem boa (Jaime Zudañez), 1 quadra da praia de Pocitos e ônibus na esquina para a Ciudad Vieja e terminal rodoviário  Tres Cruces.uruguai 239 uruguai 240 uruguai 241


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Hotel Atlantico – Puntal del Este

Escolhi esse hotel por recomendação do Viaje na Viagem do Ricardo Freire, fiz a reserva pelo Booking.

O hotel acabou de ser reinaugurado, está cheirando a tinta em algumas partes e a decoração é toda nova. Chamei o hotel de Hotel Pinterest, vários quadros com frases que decoram o hall de entrada, o salão de café-da-manhã eu já tinha visto na rede social.

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Ficamos num quarto standart chic com 2 camas de solteiro. O quarto tem um tamanho ok, talvez até um pouco pequeno, mas não achei um problema, o banheiro também pequeno sem janela, cuidado com a porta do box, ela ficou alguns milímetros aberta enquanto tomava banho e molhou o banheiro todo.

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O quarto que fiquei (no segundo andar) era do lado elevador (antigão que você tem que abrir aquelas grades), só usei pra subir e descer com as malas, quando ele era usado dava pra escutar o barulho do quarto, chato. Outra coisa chata do quarto, a vista era para rua e apesar de ser super tranquila vez ou outra passa ônibus, também fazia barulho. Acredito que se o quarto for longe do elevador e com a janela para a piscina esse problema se resolva.

O café da manhã precisa melhorar. Minhas últimas experiencias com o Ibis aqui no Brasil me faziam escolhe-lo como café da manhã super pobre, antes de ir pra Punta passei uma noite no Ibis de Montevideo e achei ótimo o café da manha deles, não sei se o Ibis melhorou, mas o café do hotel Atlantico deixou a desejar. Além de pouca variedade, suco só tinha de laranja (mas pelo menos era natural), quando chegava no fim da manhã com a sala lotada eles não davam conta de repor as coisas…

O bar do hotel tem um barman bem simpático e é um local bem agradável. Recomendo o clericó!

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A melhor coisa na minha opinião é a localização! Aquela península é muito agradável, parece um condomínio fechado com muito sossego, casas lindas, distância de 2 quadras de um super pôr-do-sol e umas 3 quadras dos pubs badalados como o Moby Dick, Soho e Mambo Club.

Se voltar pra Punta gostaria de ficar lá ou então em um pertinho chamado The Smalest Hotel.


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China – Tibet – Lhasa

Finalmente Tibet!

A “paisagem” mais conhecida de Lhasa

Chegamos em Lhasa de tarde e sinceramente o ar rarefeito não nos permitiu fazer muita coisa além de procurar um caixa eletrônico e comer. Além é claro de subir 5 andares de escadas do hotel!

Apesar de alguns elogios ao Yak Hotel na internet, eu não gostei muito, achei o café da manhã super fraco e subir 5 andares de escada só se tornou menos extenuante no último dia.

Só para constar Lhasa está a nada mais nada menos que a 3.490 metros de altitude, a cidade mais alta do Brasil é Campos do Jordão com meros 1.628 metros. É inevitável se sentir mal nos primeiros dias, eu por exemplo senti dor de cabeça e cansaço logo na chegada, mas depois de um banho e uma boa noite de sono já me senti bem melhor e a dor de cabeça eu só sentia quando fazia movimento bruscos. Meu irmão no primeiro dia não reclamou de nada, mas no segundo dia teve dor de cabeça e cansaço. Cada um tem reações em tempos diferentes, mas é bem normal se sentir estranho.

Chegamos às vésperas do ano novo Tibetano, ou seja, às vésperas do fechamento do país para estrangeiros, isso mesmo, o Tibet fecha em algumas épocas do ano para estrangeiros, só chineses conseguem entrar na região nesse período. Fique atento quando estiver programando uma viagem para lá, como você vai precisar da ajuda de uma agencia para conseguir o permit de entrada eles te informarão o período que o país se encontra fechado para estrangeiros.

Por conta do ano novo Tibetano (que não coincide com o Ano-Novo Chinês) a cidade estava tomada pelo exército chinês, blindados passando várias vezes ao dia pelas ruas e soldados por todos os lados, é estranho como essa “segurança” pode gerar certa sensação de insegurança.

O Tibet é bem diferente da China, costumo dizer que gostei mais de lá do que da China, talvez por eles serem budistas e terem alguns comportamentos diferentes como por exemplo não escarrarem o tempo todo. Eu achava exagero a reclamação das pessoas sobre os chineses ficarem escarrando, mas chega uma hora que é nojento ouvir alguém escarrando o tempo todo em qualquer lugar que você está. E isso é bem menos no Tibet, provavelmente pela cultura budista que escarras no chão alimentam maus espíritos (ou algo assim) aprendi isso nas 1001 visitas que fiz a monastérios lá.

Outra coisa diferente em Lhasa é que a maioria das pessoas entendem inglês, podem não falar super bem, mas entendem e é mais fácil se virar, provavelmente por receberem muitos turistas e a proximidade da Índia, no centro da cidade e no hotel consegui me comunicar bem com as pessoas.

Aproveitei também para fazer uma massagem tibetana com massagistas cegos, por menos de R$20,00 tive uma hora de massagem maravilhosa, vale a pena experimentar.

Manteiga de Yak

Experimentei hamburguer de Yak, chá de Yak e a manteiga. O chá achei terrível, super gorduroso e um gosto forte muito estranho, já o hamburguer e a manteiga achei normal, gosto forte, mas bem saboroso.

Todos os passeios de Lhasa se resumiram a conhecer monastérios e mais monastérios,  Lhasa é quase como o Vaticano para o budismo tibetano, então prepare-se para descobrir muitas coisas sobre o budismo, meu guia era budista então ele explicoou várias coisas que eu não fazia ideia dessa religião.

No próximo post vou mostrar os monastérios que conheci, parecem todos meio iguais na verdade e só tem fotos externas, não é permitido tirar fotos internas.


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China – Xi’an I

Chegamos em Xi’an umas 7h da manhã e já na chegada cometemos a grande mancada de esquecer dentro da cabine do trem a nossa mochila! Com iPad, máquina fotográfica, passaporte do meu pai e outras coisas sem muita importância… Imagina o nosso desespero, por sorte um funcionário do trem encontrou a mochila e levou para o achados e perdidos, nosso guia cuidou de tudo, foi buscá-la e ela voltou exatamente como deixamos na cabine do trem com todos os pertences dentro dela! Foi muita sorte! E claro a ajuda de um guia que falava chinês, se tivéssemos que nos virar sozinhos, não sei se seria assim tão simples…

Depois de tudo resolvido fomos visitar o Museu Histórico da Província de Shanxi.

Quase não tenho fotos desse museu pois a bateria da nossa câmera tinha acabado e não tivemos tempo de recarregá-la pois ela estava dentro da mochila. Uma coisa interessante foi reparar no comportamento dos chineses no museu, o guia até pediu desculpas por eles. Eles são impacientes, entram na sua frente sem o menor pudor, te empurram, fazem barulho… Achei normal, assim como muito brasileiros eles também ainda estão aprendendo a ir em museus.

Depois fomos na Big Wild Goose Pagoda. Também, não tenho fotos! 😦 É uma “torre” construída pelos budistas, se não me falha a memória. Na frente da Pagoda tem uma praça bem grande cheia de gente, provavelmente por ser sábado, gostei bastante de ver o movimento.

Em Xi’an ficamos no Xi’an Walter Boutique, ele tem uma cara bem ocidental, mas não se engane, a equipe não fala inglês (pra variar) e o café da manhã é totalmente chinês. No mais é um hotel super bom e um design todo diferente, no quarto por exemplo, as paredes do banheiro são de vidro, no box tem uma cortininha para quem está no quarto não te ver tomando banho, será por isso que ele tem Boutique no nome?

Em Xi’an tive a oportunidade de passear pelos arredores, comemos num dos restaurantes por perto (obviamente salva pelos cardápios com foto), fui em algumas lojas, supermercados, andei pelas ruas.

Tive a oportunidade de comer biju fresquinho, uma delícia! Sabe aquele biju que o vendedor aqui no Brasil passa vendendo com uma matraca? Esse mesmo, tinha um velhinho fazendo num lugar que mais parecia uma garagem, me pergunto, por que não tirei foto…

Xi’an é uma cidade grande como outra qualquer, na região que me hospedei e dei umas voltas a cidade não me empolgou em nada, prédios cinza e encardidos, trânsito caótico, para atravessar a rua é preciso coragem. Acho interessante entrar em supermercados, lojas e ver coisas diferentes e o preço das coisas, fiz bastante isso, mas o legal mesmo de Xi’an eu vi no segundo dia na cidade.