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Hong Kong – Kowloon

Kowloon é a parte continental de Hong Kong, é uma área enorme e foi a região que eu gostaria de ficar caso volte para Hong Kong. A ilha de Hong Kong também é legal, mas Kowloon dá a sensação de mais espaço e menos aperto que a ilha.

Como toda Hong Kong essa região também tem várias estações de metrô, eu desci na East Tsim Sha Tsui para começar explorar a calçada da fama da cidade.

Hong Kong (328) Hong Kong (329)De frente para a ilha de Hong Kong a paisagem é bem legal e o passeio vale a pena, ainda mais se o tempo estiver bom e não todo fechado como eu peguei!

Depois de lá fomos para um passeio pela região, a Nathan Road tem várias lojas de suviniers e bugigangas chinesas, comprei várias lembrancinhas ali como ímã de geladeira, vestidinhos e roupinhas chinesas para crianças, camisetas, etc. Tem também uma loja da Adidas bem grande na região.

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Almoçamos no Café do Charlie Brown, para o desespero do meu pai meu irmão! Meu pai falou que a comida lá é de avião, mas eu não resisti… É muito fofo! Fica na Cameron Rd.

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Depois demos uma voltinha no Kowloon Park. Gostei bastante mas não pudemos aproveitar muito pois era nosso dia de partida para o Brasil e ainda queríamos parar para comprar lembrancinhas e bugigangas…

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Hong Kong – Lantau

Lantau é uma das ilhas de Hong Kong, é onde fica o aeroporto, se você for chegar de avião provavelmente chegará por lá, lá também fica a Disney, o Big Buddah e um shopping outlet.

Para chegar na Disney, no shopping e aeroporto o metrô resolve. No Big Budda, você vai até a estação Tung Chung (a mesma do shopping) e depois você pode optar pelo teleférico (seria a minha opção se ele não estivesse fechado) ou de ônibus (foi como eu fui).

Não fui na Disney, mas de metrô me pareceu muito fácil chegar lá, vi várias famílias com crianças descendo na estação Sunny Bay para fazer a conexão para a estação da Disney (o trem para lá, acho que  é a estação mais fofa que já vi). Também não usei nenhuma vez o metrô do/para o aeroporto, só usei ônibus quando cheguei da China, infelizmente não posso ajudar muito nesse quesito, mas o transporte público em Hong Kong funciona tão bem que não deve ter muito erro.

Infelizmente não lembro o valor do ônibus para o Big Buddah, você compra a ida e a volta de uma vez, são mais ou menos uns 30 minutos de viagem. O teleférico não sei dizer o valor… Mas acho que o teleférico sempre vale a pena pela paisagem.

Para ver o Big Buddah não paga nada, indo de ônibus você chega numa praça de frente para a entrada do mosteiro, essa entrada tem estátuas que representam cada um dos signos do horóspoco chinês. No fim desse corredor à direita você já ve a subida para o Big Buddah. Na subida vão tentar te vender um ingresso para entrar num museu dentro do Buddah, eu fui e achei que não compensa, talvez se você for budista seja interessante.

Depois de lá tem os templos budistas, não são muito grandes, mas muito parecidos com alguns que eu vi no Tibete, digamos que é uma pequena amostra do que são os templos tibetanos, aliás esse templo de HK é bem novinho perto dos que eu vi no Tibete.

Pra quem chega de teleférico você vai chegar num shopping a céu aberto, é um bulevard com lojinhas e restaurtantes, muito arrumadinho e bem bonitinho, coisa pra turista mesmo. Num trecho tem aqueles bondinhos do teleférico pintados com as cores de várias bandeiras do mundo. Tem um brasileiro até! É que essa empresa de teleféricos tem teleféricos no mundo todo, inclusive no Brasil, lá em Santa Catarina.

Gostei dessa atração pois é diferente de tudo que se vê em Hong Kong, num lugar que você só espera prédios, comércio, tecnologia você pode encontrar um lugar mais calmo e uma paisagem nada comum.

Eu almocei antes de ir para lá, estávamos com saudade de comida ocidental, por isso comemos na Pizza Hut que tem do lado de fora do metrô/shopping. Saindo do metrô você já vê indicações para o teleférico/terminal de ônibus. A Pizza Hut fica do lado oposto ao teleférico, impossível não ver. Dentro do shopping tem outras opções.


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Hong Kong – Onde ficar, transporte

Minha estadia em Hong Kong inclui um monte de coisas nada turistícas e interessantes apenas para minha família, uma vez que meu pai nasceu e viveu lá por 10 anos.

Por exemplo visitar o bairro, a rua, a escola que meu pai morou e estudou, ir à missa em chinês ou ainda se hospedar num condomínio mega longe de tudo na casa de um parente.

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Rua da casa que meu pai morava.

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Escola que meu pai estudou

Pois bem, onde se hospedar é um tema em Hong Kong que eu só posso dizer onde eu acharia interessante, a localização, não um hotel específico. Acho que Kowloon seria um lugar legal para ficar, principalmente perto do parque, simplesmente por que achei a região legal e não tão muvucada como em Hong Kong Island. Não sei se nessa região os hoteis são caros ou baratos, se são bons ou não. Mas me lembro de ter visto um Holliday Inn Express por lá que pra mim é uma espécie de Ibis e segue um padrão conhecido.

Eu fiquei hospedada num condomínio chamado Bervely Hills, perto de Tai Po Market (News Territories) na casa de parentes. Longe de tudo que é interessante de se ver em Hong Kong. Foi bom para perceber que transporte público em  Hong Kong funciona de verdade, não importa onde você está, tem ônibus (2 tipos) e metrô sempre. E como uma ex-colônia britânica tem tudo escrito em chinês e inglês. No metrô por exemplo tudo é dito em inglês, mandarim e cantonês. Compre seu Octupus Card (HK$ 150), arranje um mapinha da cidade e se jogue!

Condomínio que eu fiquei em Hong Kong

Condomínio que eu fiquei em Hong Kong

O Octupus é ótimo e é aceito em todo lugar como cartão de débito, você pode comprar coisas na loja de conveniência, na máquina de refrigerante, pagar estacionamento e tudo vai sendo debitado dos seus créditos. Parece meio complicado se você for ficar poucos dias e ter que abastecer sempre no mínimo HK$100 (se não me engano), mas você pode usar em outras coisas além de transporte.

Hong Kong tem 12 linhas de metrô e é super fácil de usar, no site da empresa MTR você encontra ferramenta para planejar sua viagem e todas as informações que precisar.

Assim como na Inglaterra, ônibus de 2 andares.

Assim como na Inglaterra, ônibus de 2 andares.

Meu pai no metrô de Hong Kong

Meu pai no metrô de Hong Kong

Ah, taxi! Só usei uma vez e eu tinha o endereço do destino escrito em inglês e chinês… Mas se você estiver em New Territories e seu destino for lá mesmo use os taxis verdes.


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China – Roteiro

mapa
No fim o roteiro da viagem ficou: chegada em Hong Kong na sexta, saída para Pequim na quarta seguinte, quinta e sexta em Pequim, saindo de trem para Xi’an na sexta à noite. Sábado e domingo em Xi’an, segunda cedo partida para Lhasa de trem, chegada em Lhasa na terça à tarde. De quarta à sábado em Lhasa, partindo sábado à tarde para Chengdu e saindo de Chengedu no domingo à tarde e voltando pra HK. Ficamos em HK ainda mais 3 dias.

Contando o dia que saí do Brasil até o dia que cheguei foram 24 dias, só que se perde 24 horas de viagem tanto para ir como para voltar, e no meu caso ainda resolvi passar o dia em Londres na volta, então foram mais umas 12 horas. A viagem de ida e volta fica mais ou menos assim, sai daqui numa quarta a noite para Londres, chega lá no meio da manhã de quinta e embarca a noite para HK, chegando em HK sexta à tarde. Na volta saimos também uma quarta à noite e chegamos em Londres de manhã bem cedo de quinta e à noite pegamos o voo de volta pro Brasil chegando aqui na manhã de sexta.


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China – Planejamento

Esse blog é só para compartilhar meus relatos de viagem.
Para começar vou falar da minha viagem à China em fevereiro de 2012. Como não encontrei pela net muita gente contanto suas aventuras de viagem para China (pelo menos não em português), principalmente para o Tibet (um dos meus principais destinos) resolvi contar aqui algumas das experiências que passei e se possível dar dicas pra quem pretende fazer uma viagem parecida.
Então vamos ao planejamento da viagem…

Rua perto da escola que meu pai estudou

Bom, meu pai é chinês, nasceu em Hong Kong (HK) e veio para o Brasil com 10 anos e nunca mais voltou pra lá, depois de muito ensaiar decidimos fazer uma viagem para a terra natal dele, eu, ele e meu irmão mais novo. Nos planejamentos da viagem à HK era claro que iríamos aproveitar e dar uma passada na China continental. Meu pai influenciado por um documentário do Netgeo disse que queria ir para o Tibet de trem, passar pela ferrovia mais alta do mundo finalizada pelos chineses em 2007. Pois bem, toca eu procurar como fazer pra chegar lá…
Achei o site da própria ferrovia, em inglês mas um tanto escasso de informações úteis para um estrangeiro que quisesse viajar pra lá. Depois troquei alguns emails com um amigo alemão de um amigo meu. E foi ai q eu descobri q não é possível viajar para o Tibet sem uma agência de turismo, pelo menos pra conseguir a permissão de entrada você precisa de uma agência.

Viagem de trem até Lhasa, Tibet.

Eu só pego agência quando é complicado viajar de forma independente ou quando meu pai viaja junto porque ele gosta de excursões, agências e resorts. Então, comecei a procurar por agências na China ou em HK que vendessem um pacote com o roteiro que eu queria. Uma tia me sugeriu que pacotes comprados na China saem mais em comta que pacotes comprados aqui no Brasil.
Achei várias agências, mandei email para quase todas que encontrei, recebi resposta da maioria e acabei optando pelo seguinte roteiro da Wind Horse tour: 12 dias tour de trem por Beijing, Xi’an, Lhasa, Lago Yamdrok e Chengdu. Provavelmente no site você nao vai encontrar exatamente esse roteiro pois eu pedi pra incluir Chengdu para ver a reserva dos pandas, o roteiro original terminava em Lhasa.
Paguei 50% desse pacote via pay pal mais ou menos 2 semanas antes de embarcar para HK. Passamos 1 semana em HK antes de embarcarmos para a China.
HK não é necessário visto, mas a China sim e o Tibet ainda precisa de uma permissão especial para entrar lá. É necessário o visto da China para conseguir essa permissão e só quem consegue são as agências.
Visto pra China me disseram que era super fácil antigamente (sei lá, acho que até o primeiro semestre de 2011) mas agora eles pedem mais coisas que além do formulário preenchido, foto e o passaporte. Quando eu cheguei no consulado os documentos a mais que eles pediam não constavam no site e voltei pra casa sem conseguir nada. Dei uma reclamada de leve com a moça que me atendeu e no dia seguinte eles atualizaram o site, teria sido coincidência?
Bom, voltei lá com todos os documentos que eles pediram, só não tinha os vouchers do hotel, que segundo a agência que contactei não teria como me enviar no meu nome, seriam no nome da própria agência e que só o contrato do pacote já seria suficiente. Lá na hora de ver os documentos a moça perguntou sobre esses vouchers, dei a mesma justificativa que o cara da agência, ela disse que as pessoas levavam o voucher mesmo assim e não falou mais nada, me deu o protocolo para pagar o visto e pegar no dia seguinte (eu paguei uma taxa extra para pegar o visto no dia seguinte).
Com o visto em mãos mandei scaneado para a agência na China para providenciar a permissão para o Tibet e quando eu cheguei em HK eu já tinha uma cópia no meu email.
Então, para viajar para o Tibet você precisa de uma agência para conseguir uma permissão para você entrar lá. Em alguns sites e guias eu li que você não necessariamente vai precisar comprar um pacote deles, mas precisa deles para conseguir essa permissão especial. Como eu já queria um pacote mesmo já comprei tudo.
Esse pacote incluia a estadia em todos os destinos, guia, van, motorista, translados de aeroporto/ estação de trem até o hotel e vice-versa, entrada para as atrações, tickets de trem e o bilhete aéreo de Lhasa-Chengdu e de Chengdu-HK. Acho que isso… Não posso dizer que saiu barato, mas os serviço deles foi impecável e todos os hotéis bons, tirando o hotel de Lhasa que deixou um pouco a desejar. As vans eram ótimas e enormes, pedi para que os motoristas e guias não fumassem dentro da van já na negociação por e-mail com a agência e eles atenderam super bem. E as trocas de emails daqui do Brasil foram super ágeis, mesmo e apesar do fuso horário gigante e o ano novo chinês rolando por lá.
Teve apenas um quase incoveniente. Quando estávamos em Beijing o agente de viagem que me atendeu o tempo todo por e-mail daqui do Brasil me ligou pelo telefone da guia que me atendia lá para dizer que talvez não fosse conseguir passagem de trem para nós para o Tibet que talvez tívessemos que ir de avião, eu bati o pé, o interesse de ir para o Tibet do meu pai era ver a ferrovia, como assim não teria ticket? Bom, não sei se eu fui muito enfática mas ele acabou conseguindo tickets para nós, não de Xi’an para Lhasa como contratado mas de uma cidade outra, Baoji, para Lhasa, o translado de Xi’an até essa cidade foi feito por eles sem qualquer custo para nós, só tivemos que sair de madrugada de Xi’an, sem tomar café, mas o hotel preparou um lanchinho pra gente levar! 😉
Estação de trem em Baoji, indo para Lhasa.

Estação de trem em Baoji, indo para Lhasa.

Ah, teve uma coisa que meu pai não gostou, na hora de pagar os 50% restantes do pacote tivemos que pagar em dinheiro, era uma quantia grande e ter que andar com todo esse dinheiro do banco até o hotel deixou meu pai apreensivo, mas acho que foi excesso de zelo, a cidade estava tomada pelo exército e claro que não aconteceu nada. Tínhamos a opção de pagar com cartão de crédito, mas tinha o acréscimo da taxa do cartão. Se você acha que andar com a bolsa cheia de dinheiro pela cidade vale essa taxa, não passe essa tensão! 😉