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Chengdu – A cidade e Reserva dos Pandas

Passamos só 1 noite em Chengdu, como de Lhasa para Hong Kong não tinha voo direto e tínhamos que fazer escala em algum lugar escolhi Chengdu para conhecer a reserva dos Pandas!

A cidade me pareceu mais moderna, organizada e bonita que todas as outras que conheci na China continental, acho que além da reserva do pandas na cidade mesmo não deve ter muita coisa pra fazer (museus talvez), Chengdu faz parte da rota da seda então tem muita história, é uma cidade que existe desde o século V a.C.

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Fiquei uma noite no hotel Chengdu Furong Hotel, pra variar o hotel é para o público chinês, café da manhã chinês, ninguém fala inglês.

A localização é boa, se você pensar que tem restaurantes e supermercados próximos, como meu objetivo na cidade era visitar os pandas e só fiquei uma noite, não saberia que outros locais seria bom se hospedar na cidade.

Ficamos num quarto duplo com uma cama extra e qdo chegamos só tinha toalhas para 2 pessoas, liguei na recepção e quem disse que alguém me entendia? Tive que descer levando o ipad e mostrar para a recepcionista que queria toalhas no tradutor do google. Funcionou e me levaram as toalhas, depois de tantos dias na China, nem achei isso um grande problema.

A internet era boa, na medida em que a internet na China pode ser boa, uma vez que tem um monte de coisas bloqueadas.

Fomos na reserva dos Pandas de manhã, tínhamos chego na cidade na tarde anterior, segundo a minha guia, que era uma fofa, de manhã é  o melhor horário para ver os ursos, pois eles estão mais ativos.

A reserva nada mais é que um zoológico só de pandas, o Pandas Gigantes e os Pandas Vermelhos, mas esses bichos são muito cativantes, meu pai que nem fazia questão de ir ficou encantado com os bichos!

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Eu fiz até um video dos pandas comendo seu café da manhã.

Depois do passeio pela reserva assistimos um video institucional e fomos pro aeroporto e voltamos pra Hong Kong.


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China – Xi’an – Lhasa

E nossa viagem de trem para o Tibet que deveria ter saíde Xi’an acabou não saindo de Xi’an exatamente, mas sim  de uma cidade próxima que eu acho que seja Baoji. A empresa de turismo não conseguiu tickets saindo de Xi’an para Lhasa, só tinha tickets de Chengdu para Lhasa, o trem passa por Baoji uma cidade próxima, daí pegamos o trem lá. A agência providenciou nossa chegada até Baoji com o mesmo guia e motorista, foi sem problemas.

Foi em Xi’an que eu peguei nossos Tibet Travel Permit. O “visto” especial para entrar no Tibet, a agência já havia me mandado por e-mail, mas o guia de Xi’an nos entregou o original.

Permit para entrar no Tibet

Como vocês podem ver nada mais é do que um papel com um monte de coisas escritas em chinês… Não dá pra entender muita coisa. Eles pedem esse permit quando você entra no trem, só dão uma olhada e te devolvem, no trem eu entreguei as cópias e os originais só entreguei para o meu guia quando cheguei em Lhasa.

Tem todo um processo quando você entra no trem, entrega os tickets, eles pedem esse permit e seu passaporte (se me lembro bem), eles ficam com seu ticket te entregam um cartãozinho azul.

A passagem de trem

O cartãozinho azul

Esse 6 e 20 são o número da sua cama e da sua cabine, quando estiver chegando as mocinhas virão pegar o seu cartão e devolver seu ticket, não faço ideia do que é de fato esse cartão.

Bom, de Xi’an até Lhasa são 33 horas ou algo próximo disso, depois de tanto tempo dentro do trem eu já nem sabia mais (e pouco me importava) que horas eram quando chegamos em Lhasa.

Além de tanto tempo dentro do trem ainda passamos mais um perregue, lembra que não conseguimos sacar dinheiro em Xi’an? É, faltou para as refeições no trem, levamos alguns biscoitinhos, salgadinhos, mas nada se compara a refeições, né? Mas pensando bem, mesmo se tivessémos mais dinheiro para as refeições não seriam assim tão melhores, a comida do trem não era nenhuma maravilha, refeições ok, mas nada de extraordinário. Não deixamos de fazer nenhuma refeição elas eram apenas limitadas… Se normalmente pedíamos arroz e mais uns 3 pratos, dessa vez só foi o arroz e 1 prato. Eu fiquei de boa, mas acho que meu pai e meu irmão passaram um pouco de fome. É, e não aceitam cartão dentro do trem… Só dinheiro mesmo.

No trem você tem 2 opções de comida, no vagão restaurante e um tipo de marmita que a uma moça passa com um carrinho vendendo, infelizmente não lembro o preço dessa marmita. Ah, no trem também tem torneira de água quente, claro, se você quisesse podia levar seu cup noddles.

Uma das coisas mais irritantes do trem são os fumantes! As pessoas fumam o tempo todo! Ok que elas podem não fumar dentro da sua cabine, mas mesmo elas indo no banheiro ou naquelas conexões entre os vagões não adianta nada o cheiro de cigarro se espalha e me incomodou bastante, no vagão restaurante as pessoas também fumavam, era bem chato isso. Só quando passamos de Goldmun e a altitude já estava há mais de 2 mil metros o pessoal começou a diminuir o cigarro.

Os banheiros eu diria que são passáveis, até um pouco melhor do que eu imaginava, de verdade esperava que depois de um tempo eles ficassem impossíveis de usar, que nem os de avião da classe econômica ficam no fim de viagens mais longas, mas não, eles mantiveram o padrão do começo ao fim.

Nesse site http://www.chinatibettrain.com você vê a rota do trem e fotos, elas são bem fieis a realidade! Inclusive, de quando eu viajei e hoje o site melhorou!

O corredor do vagão.

Paisagem da janela do trem de dentro da cabine.

Dentro da cabine, na cama debaixo.

Na estação de Lhasa

A viagem é cansativa, chega a entediar, mas não me arrependo achei que valeu a pena, mas só volto a fazê-la um dia (se voltar) quando os cigarros forem proibidos dentro do trem!


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China – Xi’an II

Começamos o segundo dia visitando a Muralha da Cidade de Xi’an.

Essa muralha é uma das mais preservadas na China ela cercava a cidade de Xi’an no passado.

De lá fomos conhecer os famosos Guerreiros de Terracota, não é muito perto, deve ter dado uns 40 minutos rodando numa estrada boa que foi feita especialmente para ligar a cidade até os guerreiros.

O lugar tem toda uma infra-estrutura para turistas, antes de chegar no museu, tem praticamente um shopping a céu aberto com praça de alimentação e lojinhas vendendo vários suveniers.

Mas vamos ao que interessa, as estátuas! Eu achei sensacional! É absurda a quantidade de estátuas feitas e muitas ainda nem foram desenterradas, pois todas que estão à mostra hoje perderam a cor, então eles estão desenvolvendo técnicas para que as próximas a serem desenterradas possam preservar a cor. É muito diferente visitar um museu “enterrado”, na verdade eles fizeram uma cobertura sobre as escavações, nunca tinha visto nada igual.

Todas essas partes cobertas são estátua que ainda não foram desenterradas.

Voltamos para Xi’an e fomos visitar a Grande Mesquita. O que me surpreendeu foi a arquitetura do prédio, uma mesquita chinesa, se não me falassem que era uma mesquita passaria batido e acharia que só mais um prédio antigo chinês, não tem nada daquelas abóbodas que a gente espera ver numa mesquita (pelo menos eu esperaria).

Depois demos uma passeada pelo bairro mulçumano, que na verdade é um grande mercado cheio de lojinhas, barraquinhas e gente vendendo de tudo.

Final do dia teve show com músicas da dinastia Tung, antes da apresentação de dança teve um banquete de dumplings, não sei a tradução para o português de dumplings, eles são bolinhos de massa de arroz com recheios variados, carne de porco, pato, legumes…

Desse show meu pai gostou, será que era por que tinha comida? hahahaha

Nesse dia tentamos sacar dinheiro em vários caixas eletrônicos em Xi’an, mas sabe-se lá por que não conseguimos, em Beijing os saques foram sem problemas, mas em Xi’an não rolou e isso foi um problema nos próximos dias de viagem… Conto no próximo post.


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China – Xi’an I

Chegamos em Xi’an umas 7h da manhã e já na chegada cometemos a grande mancada de esquecer dentro da cabine do trem a nossa mochila! Com iPad, máquina fotográfica, passaporte do meu pai e outras coisas sem muita importância… Imagina o nosso desespero, por sorte um funcionário do trem encontrou a mochila e levou para o achados e perdidos, nosso guia cuidou de tudo, foi buscá-la e ela voltou exatamente como deixamos na cabine do trem com todos os pertences dentro dela! Foi muita sorte! E claro a ajuda de um guia que falava chinês, se tivéssemos que nos virar sozinhos, não sei se seria assim tão simples…

Depois de tudo resolvido fomos visitar o Museu Histórico da Província de Shanxi.

Quase não tenho fotos desse museu pois a bateria da nossa câmera tinha acabado e não tivemos tempo de recarregá-la pois ela estava dentro da mochila. Uma coisa interessante foi reparar no comportamento dos chineses no museu, o guia até pediu desculpas por eles. Eles são impacientes, entram na sua frente sem o menor pudor, te empurram, fazem barulho… Achei normal, assim como muito brasileiros eles também ainda estão aprendendo a ir em museus.

Depois fomos na Big Wild Goose Pagoda. Também, não tenho fotos! 😦 É uma “torre” construída pelos budistas, se não me falha a memória. Na frente da Pagoda tem uma praça bem grande cheia de gente, provavelmente por ser sábado, gostei bastante de ver o movimento.

Em Xi’an ficamos no Xi’an Walter Boutique, ele tem uma cara bem ocidental, mas não se engane, a equipe não fala inglês (pra variar) e o café da manhã é totalmente chinês. No mais é um hotel super bom e um design todo diferente, no quarto por exemplo, as paredes do banheiro são de vidro, no box tem uma cortininha para quem está no quarto não te ver tomando banho, será por isso que ele tem Boutique no nome?

Em Xi’an tive a oportunidade de passear pelos arredores, comemos num dos restaurantes por perto (obviamente salva pelos cardápios com foto), fui em algumas lojas, supermercados, andei pelas ruas.

Tive a oportunidade de comer biju fresquinho, uma delícia! Sabe aquele biju que o vendedor aqui no Brasil passa vendendo com uma matraca? Esse mesmo, tinha um velhinho fazendo num lugar que mais parecia uma garagem, me pergunto, por que não tirei foto…

Xi’an é uma cidade grande como outra qualquer, na região que me hospedei e dei umas voltas a cidade não me empolgou em nada, prédios cinza e encardidos, trânsito caótico, para atravessar a rua é preciso coragem. Acho interessante entrar em supermercados, lojas e ver coisas diferentes e o preço das coisas, fiz bastante isso, mas o legal mesmo de Xi’an eu vi no segundo dia na cidade.


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China – Beijing II

Segundo e último dia em Beijing, fomos conhecer as principais atrações da cidade mesmo e confesso que a cidade em si me decepcionou, tudo bem que só andei de motorista, não usei transporte público, nem andei muito longe dos pontos turísticos, mas parece que a cidade só é bonita nos pontos turísticos, achei a paisagem muito cinza e monótona, prédios parecidos e sem cor nenhuma, posso estar com a impressão totalmente equivocada, mas foi essa que fiquei.

Primeiro fomos no Templo do Céu, é um parque lindo e o mais legal é ver os chineses dançando ou fazendo exercícios!

Depois fomos na Cidade Proibida, passando antes é claro, na Praça da Paz Celestial.

Depois de um almoço não muito bom num restaurante perto do centro olímpico de Beijing, não pudemos entrar nem no ninho do Pássaro, nem no Cubo d’água, fechado para visitas… 😦

Fomos visitar uma “fábrica” de seda, na verdade é uma atração para turistas, tem um pequeno museu contando sobre a rota da seda, como ela é fabricada e venda de produtos em seda, eu comprei um edredon pra mim! O recheio é feito de seda, mas a capa deixei pra comprar por aqui de algodão mesmo.

Último passeio do dia foi o Palácio de Verão, é um parque bem grande e bem bonito, no verão deve ser bem gostoso passear por lá.

Por fim fomos para a estação de trem para pegar o trem em direção à Xi’an. A guia nos deu os tickets e nos deixou na porta da estação. Ela disse que não era permitido entrar acompanhantes.

Bilhete de Beijing até Xi’an.

Sala de espera da estação de trem de Beijing.

Sabe Terminal Tietê em véspera de feriado? Então multiplica o Tietê por 3 ou mais… Essa sala da foto era uma das dezenas de salas do mesmo tamanho que tinhma lá e sim, todas lotadas! Essa foto nem tá mostrando muito a muvuca que ficou uns minutos antes do embarque começar. E lembre-se não tem nada em inglês memorize o caractere que você vê no bilhete e olhe no letreiro para descobrir a sua sala de espera! 😉 Brincadeira, aquele Z53 do ticket é a sua sala de espera ou seu portão de embarque, por ele você consegue uma direção…

Uma curiosidade é que em todo lugar na China você encontra uma torneira pública de água quente, por que? Para as pessoas fazerem seus noddles! Sabe aquele macarrão instantâneo de copo? As pessoas compram, vão até a torneira enchem de água quente e sua refeição está pronta! Na estação de trem, dentro do trem em qualquer lugar! Isso quando elas não carregam sua própria garrafinha de água quente.

A viagem de Beijing para Xi’an foi super tranquila, são 11 horas de viagem, mas achei as cabines super confortáveis. Não tirei fotos, mas são iguais às do trem para o Tibet.


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China – Beijing I

Depois de sair de um frio ok em HK embarcamos para o frio congelante de Beijing, a chegada foi tranquila, nosso avião não parou num finger e tivemos que pegar um ônibus, só de descermos do avião já sentimos o frio cortante que nos esperava.

Ficamos no Peixin Hotel, hotel bom, acomodações ok. Eu não sou muito exigente para hotel, então quando eu falo ok para quem é mais exigente pode ser que não seja tão ok assim.

Ninguém fala ingles, tá? Nem na recepção do hotel, nem em lugar nenhum da China, isso é  a rotina, se você encontrar alguém que fala inglês além do seu guia agradeça! Quando chegamos no quarto vimos que não tinha uma cama extra e se não fosse a guia ter subido com a gente para ver se estava tudo certo e falado com eles para resolver isso, não sei como seria, certamente resolveríamos o problema, mas daria um pouco de trabalho.

Fomos jantar num restaurante perto do hotel (onde obviamente ninguém falava inglês) e comemos dumplings, o que salvou é que o restaurante tinha cardápio com fotos, isso ajuda bem!

No dia seguinte o café da manhã era todo chinês, leite de soja, macarrão, verduras, ovos… Nada de pão, café ou bolos. Esse hotel como todos os outros que ficamos eram bem chineses mesmo, nada de café da manhã internacional com opções como cereais, pão e café. Eu achei legal, mas se você não está esperando pode ser estranho, café da manhã para eles é quase que uma refeição como outra qualquer.

O passeio começou com as muralhas da China, fomos num trecho bem afastado, para chegar até lá tem que pegar um teleférico. Pra descer você tem a opção de um escorregador! Eu desci escorregando e adorei! Ah, a subida de teleférico não estava inclusa no pacote, tivemos que pagar 80 yuans ( aprox R$26,00) por pessoa.

Teleférico que leva até as muralhas.

Beijing (61) Beijing (44) Beijing (53)

Eu descendo as muralhas de escorregador!

Antes de chegar na entrada da muralha tem um monte de camelôs vendendo tudo que você imaginar, pechinche e não tenha dó de oferecer a metade do que eles começarem a pedir. Faz parte do negócio.

Depois do passeio nas muralhas visitamos as tumbas Ming, 13 imperadores dessa dinastia estão enterrados lá. As tumbas desses imperadores eram verdadeiros parques, pena que na época que foram enterrados ninguém podia ir até lá passear…

Beijing (107)

Portal do céu.

Beijing (115) Beijing (82) Beijing (89) Beijing (105)

Visitamos uma fábrica de jade que pertence ao governo. É bem legal, tem um museu e você vê as pessoas produzindo algumas peças ao vivo e depois, claro, tem uma loja imensa de coisas de jade para você comprar.

De volta a Beijing fomos numa casa de chá, tem degustação de vários chás e a explicação de cada um deles, não sei em qual fomos, o cartão que eu peguei tá tudo escrito em chinês!

À noite fomos no show de kung fu que já estava incluso no pacote (The Legend of Kung Fu), na verdade não é bem um show de kung fu, é um musical com tema de kung fu, eu gostei, é falado em inglês, mas meu pai dormiu!

Na volta resolvemos jantar num restaurante perto do hotel, lógico que ninguém falava inglês lá, e o que nos salvou foram as fotografias, a única coisa que me lembro desse restaurante era que a comida era apimentada, como a maioria dos lugares que comi na China.


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Hong Kong – Lantau

Lantau é uma das ilhas de Hong Kong, é onde fica o aeroporto, se você for chegar de avião provavelmente chegará por lá, lá também fica a Disney, o Big Buddah e um shopping outlet.

Para chegar na Disney, no shopping e aeroporto o metrô resolve. No Big Budda, você vai até a estação Tung Chung (a mesma do shopping) e depois você pode optar pelo teleférico (seria a minha opção se ele não estivesse fechado) ou de ônibus (foi como eu fui).

Não fui na Disney, mas de metrô me pareceu muito fácil chegar lá, vi várias famílias com crianças descendo na estação Sunny Bay para fazer a conexão para a estação da Disney (o trem para lá, acho que  é a estação mais fofa que já vi). Também não usei nenhuma vez o metrô do/para o aeroporto, só usei ônibus quando cheguei da China, infelizmente não posso ajudar muito nesse quesito, mas o transporte público em Hong Kong funciona tão bem que não deve ter muito erro.

Infelizmente não lembro o valor do ônibus para o Big Buddah, você compra a ida e a volta de uma vez, são mais ou menos uns 30 minutos de viagem. O teleférico não sei dizer o valor… Mas acho que o teleférico sempre vale a pena pela paisagem.

Para ver o Big Buddah não paga nada, indo de ônibus você chega numa praça de frente para a entrada do mosteiro, essa entrada tem estátuas que representam cada um dos signos do horóspoco chinês. No fim desse corredor à direita você já ve a subida para o Big Buddah. Na subida vão tentar te vender um ingresso para entrar num museu dentro do Buddah, eu fui e achei que não compensa, talvez se você for budista seja interessante.

Depois de lá tem os templos budistas, não são muito grandes, mas muito parecidos com alguns que eu vi no Tibete, digamos que é uma pequena amostra do que são os templos tibetanos, aliás esse templo de HK é bem novinho perto dos que eu vi no Tibete.

Pra quem chega de teleférico você vai chegar num shopping a céu aberto, é um bulevard com lojinhas e restaurtantes, muito arrumadinho e bem bonitinho, coisa pra turista mesmo. Num trecho tem aqueles bondinhos do teleférico pintados com as cores de várias bandeiras do mundo. Tem um brasileiro até! É que essa empresa de teleféricos tem teleféricos no mundo todo, inclusive no Brasil, lá em Santa Catarina.

Gostei dessa atração pois é diferente de tudo que se vê em Hong Kong, num lugar que você só espera prédios, comércio, tecnologia você pode encontrar um lugar mais calmo e uma paisagem nada comum.

Eu almocei antes de ir para lá, estávamos com saudade de comida ocidental, por isso comemos na Pizza Hut que tem do lado de fora do metrô/shopping. Saindo do metrô você já vê indicações para o teleférico/terminal de ônibus. A Pizza Hut fica do lado oposto ao teleférico, impossível não ver. Dentro do shopping tem outras opções.