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Hotel Musherib – Doha

Não fazia ideia de como escolher um hotel em Doha, só sei que eram todos bem caros, entrei no Booking.com e usei meu critério de sempre, dentro do meu orçamento, os com avaliação maior que 8,0.

Foto da Sala de TV com vista para a cama e o banheiro.

Foto da Sala de TV com vista para a cama e o banheiro.

O Hotel Musherib estava dentro desses critérios e optei por ele. E foi uma boa escolha. O quarto era enorme! Tinha uma sala com TV de LCD e  sofá e outro cômodo com a cama de casal bem grande (não sei exatamente qual o tamanho). O banheiro era bem espaçoso também, com meio box (se é que posso chamar assim), funciona, não molhou o banheiro todo. Eles oferecem uma garrafa de água de 1,5l de cortesia, o que é bastante útil na secura do Qatar.

Banheiro com "meio" box.

Banheiro com “meio” box.

O café da manhã sofre do mal de vários hoteis fora do ocidente, sem personalidade. Não sabe se é oriental, ocidental, árabe e no fim nada fica muito bom. Tinha rolinho primavera, feijão, ovo cozido, cereal, salada de fruta, tomate, alface, croissant, homus, coalhada seca, pão sírio… Nem precisa dizer que é difícil combinar essas coisas e olha que eu como quase qualquer coisa de manhã, não tenho frescura.

A localização é boa, não excelente. Eu gostaria de ficar dentro do Souq Waqif como já disse no outro post, mas é bem mais caro. Eu fui a pé do hotel até as principais atrações (Museu de arte islâmica, Souq Waqif, Corniche), mas não é perto e a paisagem não muito agradável para pedestres. E provavelmente em outra época do ano fazer essa caminhada durante o dia deve ser um tanto difícil.


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48 horas em Doha

Já vou dizendo, 48 horas é tempo demais nessa cidade se você não programar uns passeios no deserto, eu não programei, então achei que fiquei tempo demais.

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Essa foi minha primeira experiência num país árabe/ mulçumano, confesso que estava bem apreensiva, mas foi bem mais sossegado do que imaginei.

Na verdade eu não escolhi Doha, eu escolhi a Qatar que foi a companhia aérea mais barata para voar para Cingapura, parei 2 dias em Doha por um erro meu, devia ter escolhido ficar só 1 dia.

Cheguei em Doha umas 23h do dia 24/01, depois de translado do avião até a fila da imigração e translado para o hotel, cheguei mesmo na cidade já era mesmo dia 25. Meu voo para Cingapura foi nas primeiras horas do dia 27/01. Foram quase que 48 horas exatas.

Acordei na sexta, tomei café e fui tentar passear, mas a recepcionista do hotel, pra quem perguntei sobre como chegar nos lugares, me alertou que na sexta a maioria das coisas só abrem depois do meio-dia. Eu tava morrendo de sono, fui dormir mais um pouco…

Lá pelas 13h30 resolvi ir no Museu de Arte Islâmica (eu já tinha visto no site que na sexta abre depois das 14h) como cheguei antes do museu abrir fiquei passeando no parque ao lado que eles chamam de Corniche, é bem gostoso de caminhar e a vista bem agradável. Nessa época do ano a temperatura é super gostosa e tem uma brisa fresca, se fosse em outro período, nesse horário acho que seria impossível fazer esse passeio.

O Museu é bem bonito e as obras bem interessantes, a entrada é grátis assim como o aparelho de audio que eles emprestam.

Almocei no Museu uma salada de lentilha com ovo e um suco de maçã. Preço: 39 rials (o dinheiro do Qatar).

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Terminei minha visita no museu e continuei passeando, fui em direção ao Centro de Cultura Islâmica e o Souq Waqif (o mercado mais famoso da cidade). É bem perto, é tranquilo de caminhar até lá.

O Souq Waqif é o lugar mais legal que eu fui em Doha, cheguei lá já no início da noite e é sensacional passear por lá, é aquele mercado árabe típico, só que limpinho e até que bem arrumado, dizem que ele tá sendo todo modernizado. Você vai encontrar a área de tecidos, de comida, de material de construção, de animais (falcões, cavalos, aves, camelos), achei que fosse me perder lá, mas não sei se eu tenho um bom senso de direção e em nenhum momento perdi muito a noção de onde estava lá dentro. Uma das partes de comida ficam umas mulheres vendendo comidas caseiras, eu comi um tipo de panqueca salgada (3 rials), me lembrou muito a massa da ataifa (um doce árabe, sírio, turco, não sei ao certo) que sempre como quando vou na 25 de março.

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A “panqueca” que eu comi sendo feita.

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As outras comidas típicas sendo vendidas.

No dia seguinte não sabia muito bem o que fazer, optei por dar uma olhada no mercado de novo (viu como eu gostei?) de dia eu ainda vi o mercado de aves que não tinha encontrado a noite. E depois resolvi ir no Villaggio, um shopping que tem a imitação de um canal de Veneza dentro dele. É meio Las Vegas, eu sei, mas achei que seria interessante e menos cansativo (eu ainda tava com os horários meio torto), é interessante, mas me senti nos EUA dentro daquele shopping, se não fosse é claro só os árabes todos vestidos com suas roupas  típicas e “umas iguais as outras” passeando por lá.

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Impressões gerais sobre Doha:

  • Eu achava que por estar sozinha teria algum problema no mercado ou na rua. Que nada, foi super sossegado, os únicos me encaravam e ficavam me medindo eram os indianos, era bem desagradável por que eles até viravam o rosto para ficar olhando para trás.
  • Para mim os árabes andam todos uniformizados, são pouquíssimas as variações de roupas entre eles. As mulheres sempre de preto, algumas com o véu cobrindo tudo, as outras divididas entre mostrando o rosto ou só os olhos. Os homens sempre de branco e só variando a cor do turbante, todo branco ou com uma estampa vermelha, vi para vender esse estampado na cor azul também, mas não vi ninguém usando.
  • São poucas as mulheres andando sozinhas, a maioria ou está acompanhada pela família ou com várias mulheres.
  • Achei a comida salgada (com muito sal mesmo) no geral e por conta dos 1001 cheiros no mercado não tive vontade de comer nada além da “panqueca” que falei ali em cima.
  • Não achei as coisas caras, na verdade elas são caras sim, mas comparadas com o Brasil estão num preço bem parecido, é o Brasil que anda caro demais.
  • Fiquei no Hotel Musherib, próximo post deverá ser uma resenha. Não fui ver ainda o preço dos hoteis dentro do Souq Waqif, mas acho que seria bem legal ficar lá, acho que deve ser como ficar hospedado nos hoteis da Disney! hehehe
  • O Qatar é um país estranho, a maioria das pessoas não são de lá, é um país de indianos, filipinos, nepaleses. E me pareceu que não tem uma identidade muito forte com a qual todos se identificam, pra começar você identifica bem cada nacionalidade pelas roupas que eles vestem.
  • Me senti enganda pelos taxistas o tempo todo. Quando cheguei um cara no saguão me perguntou se eu queria taxi, eu disse que sim, como no Brasil, achei que ele fosse me levar até o taxi na porta ou algo assim, mas não! Ele me levou até o carro particular dele e me levou para o hotel, na hora lógico que fiquei tensa, mas acreditei que no me li e disseram que o Qatar era um país seguro, o assalto foi mesmo na hora de pagar: 60 rials, na volta eu pedi um táxi no hotel e foi 30! As outras corridas de táxi que fiz sempre deram por volta de 25 rials, na primeira vez foi ingenuidade minha que não pedi pro taxista ligar o taxímetro, mas da outra vez o taxista era uma anta, não sabia para onde estava indo, quase bateu o carro e ainda não acreditava em mim qdo eu dizia que nome do hotel (ele falava que aquele era o bairro, não o hotel), no fim depois de várias voltas desncessárias eu tive que ir indicando como chegar no hotel para o taxista (pasmem!), achei que ao menos ele ia me dar um desconto, que nada, ele ainda teve a cara-de-pau de me arredondar a corrida em 0.75 centavos e me cobrar! Fiquei bem brava paguei e falei q ele não merecia que ele tinha que aprender a dirigir naquela cidade e o cara ainda me olhou com indignação!

Eu sei que vai ter gente que vai falar que todos meus comentários estão cheio de preconceitos e generalizações, calma gente, isso tudo são só impressões, realmente 48 horas num lugar não nos permite ter uma imagem real do que é um país e suas pessoas.

Um pouco do Brasil no Qatar

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Como funciona o estorno do IVA no Uruguai

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Para quem não sabe o Uuguai está devolvendo o IVA (imposto sobre valor agregado) para quem pagar com cartão estrangeiro. Mais detalhes no Viaje na Viagem.

Mas na prática, como funciona? Eles te dão desconto na hora, o valor é estornado depois? Pois bem, vou mostrar os exemplos aqui de como funcionou comigo.


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Nesses 2 exemplos acima um ele diz que aplica a devolução de IVA pois não tem o número da fatura, no segundo ele diz que se aplica a devolução pois há o número da fatura, na minha fatura do cartão de crédito tanto um como o outro devolveram 18% do valor cobrado.

Porém há coisas que nem tem a possibilidade de aplicar a devolução de IVA como nesse outro exemplo abaixo.

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Essa é a compra de uma passagem de ônibus e não há a mensagem falando da devolução do IVA.

O que me deixou confusa foi que na minha fatura vieram 2 tipos de estornos, esses que eu mostrei no primeiro comprovante com o nome do próprio estabelecimento e o crédito correspondente e apareceu também Estorno Custo de IOF que somando todos não chegaram a R$2,00, ou seja, acho que não tem nada a ver com a devolução do IVA.

Fato é, se você quer escapar do IOF só compensa pagar com cartão restaurantes, até mesmo quando eles não colocam o número da fatura na hora de passar o cartão o IVA vem descontado, foi o que aconteceu comigo. Para passagens de ônibus, hotel, supermercados não há o desconto de IVA.

Ainda tenho que receber a fatura do outro cartão de crédito, assim que chegar e tiver algo diferente posto aqui.


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Impressões de uma ex-babá que viajou com uma família

Pois bem, depois do post polêmico do blog Viajando com filhos sobre viajar levando babás, resolvi escrever o meu post, já que eu tenho uma experiência sobre o assunto. Depois que terminei a faculdade (de geologia) e não encontrava o emprego do sonhos resolvi estreiar meu passaporte europeu (sim, tenho cidadania italiana) e ir passar um tempo por lá. Missão número 1 aprender italiano, já que ser cidadã italiana e não saber falar a língua é muito feio, né?

Passei 4 meses na Itália e fui pra Londres tentar dar uma melhorada no meu inglês e como o custo de vida lá é altíssimo (e na época ainda 1 libra valia quase 6 reais) aceitei um trabalho de babá. Era temporário, a família tava indo pra Grécia passar férias (2 semanas em Mykonos) e a babá que ia originalmente ficou doente, a babá que cuidava das crianças e morava com a família não podia ir por que estava ilegal no país e portanto não podia sair da Inglaterra. Bom, Londres tem brasileiros a pencas e a gente conhece um, conhece outro e no fim a minha amiga que ia (mas arranjou um emprego melhor) perguntou se eu não topava, lá fui eu…

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Foi meio bizarro porque eu fui conhecer a família e as crianças numa quarta-feira e na sexta-feira viajei com eles. Estranho você levar uma completa desconhecida para uma viagem de 15 dias para cuidar dos seus filhos, né? Bom, eu achei. Eram 2 meninos, 1 de 1 ano e 4 meses e outro de 3 anos (se não me falha a memória).

Ficamos hospedados no Saint John, um hotel 5 estrelas na beira da praia com serviço não muito bom (isso foi em 2005, pode ser que tenha melhorado).

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Bom, tudo isso foi só para contextualizar, vamos para o objetivo principal desse post, como uma família greco-inglesa trata sua babá numa viagem.

Antes de viajar, no dia que eu passei com eles em casa, a mãe me perguntou se eu precisava de algo para viajar, tipo roupa, biquini, mala, etc Bom, eu tinha acabado de voltar de uma viagem da Sardegna e sou brasileira que adora praia, não precisava de nada. A babá das crianças me emprestou um maiô que ela tinha e nunca tinha usado, usei um dia e desisti, era muito calor pra usar maiô naquele lugar, usei meu biquini brasileiro mesmo e ninguém falou nada.

O arranjo dos quartos foi uma bagunça (por isso o serviço do hotel deixou a desejar) a mãe tinha solicitado na reserva 2 quartos próximos, mas quando chegamos lá os quartos eram em andares diferentes! Depois de uma noite separados em que dormimos eu, a mãe e o filho maior num quarto e o pai e o menor em outro, conseguimos 2 quartos que tinham ligação pelo jardim, era como se fosse um quintal e eu e o menino maior dormíamos num quarto e o casal e o pequeno em outro.

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Na hora de comer não existia regras, só no café da manhã, íamos todos juntos (acho que o melhor café de hotel que já vi na vida), eu me servia, enchia o prato até não poder mais pra não precisar levantar de novo, todo mundo comia junto e quando eu  terminava e via que o menor também já tinha terminado saia da mesa para passear com ele e deixava o resto da família comendo. Almoço e janta não tinham regras, mas na maioria das vezes ou eu pedia o que queria ou então eram pratos grandes que serviam todos. Mas geralmente eu comia depois, pois eu tinha que sair da mesa para dar comida para o pequeno, ele ficava muito ansioso na presença dos pais (pasmem!) e simplesmente não conseguia comer com eles por perto, acreditem se puderem… Nas noites que os pais saiam e me deixavam no hotel com as crianças eu pedia comida no quarto, eu mesma ligava e pedia (só que teve uma vez que o hotel simplesmente esqueceu de mandar! Um dos motivos que eu falei que o serviço não era muito bom).

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Eles já estavam acostumados a viajar com babás e me ofereceram uma noite off para sair em Mykonos, só que eu estava sozinha, mega cansada e sabia que no outro dia as crianças estariam lá para me solicitar bem cedo, então dispensei, afinal, eu tava ali a trabalho, não posso negar…

Teve uma tarde que eles me deram algumas horas para eu poder acessar internet do hotel e finalmente eu pude mandar notícias para minha família. O mais difícil desse trabalho é ficar 24 horas disponível, você não tem folga das pessoas nem elas de você, acho difícil saber lidar com isso bem, tanto para os patrões como para os empregados.

Outra coisa que eles sempre faziam também quando passávamos o dia na praia era no fim da tarde perguntarem se eu queria nadar um pouco, entrar na água sozinha e talz, geralmente eu tava tão cansada e de saco cheio que nem aceitava, queria voltar logo pro hotel fazer aquelas crianças dormirem e ter paz!

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Bom, agora fugindo um pouco o assunto do blog e comentando o post do Viajando com filhos, eu achei o post totalmente desnecessário! A maneira como você trata seus empregados e o que acha certo e errado em relação a isso é problema seu, não vejo por que ficar compartilhando publicamente, quer conversar com as amigas sobre isso, ok, mas um post sobre o que fazer e o que não fazer é muito exagero.

Relação empregados x família é muito complicado, se você trata sua empregada/ babá como alguém da família, legal, mas será que ela também se sente assim sabendo que tá ali só por que você paga ela? Por mais que essa família me tratasse super bem (não tenho mesmo do que reclamar pois pra mim era claro que eu estava a trabalho) eu não era da família deles, eu tava ali por dinheiro não por que gostasse deles e adorasse ficar com os filhos deles (aliás o filho mais velho me odiava), a minha maior lição dessa experiência foi que eu queria estar naquele lugar com a MINHA família, não com uma família de desconhecidos que me pagava para estar ali.

Acho que a pergunta não é levar ou não uma babá numa viagem, se isso é certo ou errado, se ela deve ou não comer a mesma comida que você, se ela deve que ficar num quarto sozinha ou consumir bebidas do frigobar, a pergunta para mim vem antes: você está disposta a ser mãe em tempo integral? Se a resposta é sim, trabalhe menos, fique com seu filho e coloque-o na escola onde as pessoas são treinadas para ficar com ele algumas horas do dia. Se a resposta for não, repense se você quer mesmo ser mãe, porque se nem nas horas vagas (nas viagens) você consegue dar conta sozinha do seu filho, o caso é bem sério… Não tô dizendo que babás são totalmente dispensáveis, elas são necessárias em vários momentos, mas se você precisa dela até para uma viagem de fim de semana é melhor repensar a maternidade.


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Mercado del Puerto – 24 de Dezembro

Pra quem quer saber sobre o Mercado del Puerto eu não tenho muito a acrescentar… Acabei não comendo lá, um pecado eu sei, mas aproveitei a festa que rola nas redondezas todos os dias 24 e 31 de dezembro.

Pra não dizer que não comi nada no Mercado eu comi uma empanada de uma lojinha da entrada lateral, eram as últimas pois estava fechando e eu nem pude escolher o sabor… Eram boas.

Os carnívoros de plantão vão pensar: Como assim, você foi no Mercado del Puerto e comeu empanadas? Tsc tsc… Mas a ideia do post é falar da comemoração que rola na porta no mercado em torno da fonte. A partir do meio-dia montam-se barracas de cidra, que custam 50 pesos em garrafas PET, que as pessoas compram para beber, comemorar o Natal (ou o ano novo) e molhar quem estiver em volta. Basicamente é isso, rola um batuque meio parecido com o nosso carnaval, mas a graça mesmo é beber cidra e jogar água nas pessoas que passam, se a sua cidra acabar e você não quiser comprar mais pode encher a sua garrafa lá na fonte.

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A fonte é aquele poste preto ali no meio, o mercado está a direita.

Eu adorei a brincadeira, se você não estiver no clima, não adianta, vai achar um porre as pessoas do nada jogando água em você, a única coisa ruim é quando jogam cidra (geralmente no inicio da festa), cidra é doce e tem um cheiro meio estranho, depois que seca fica uma caca, vá com pouca roupa e de chinelo. No fim do dia meu pé estava grudando…

Tem até criança participando da brincadeira!

Tem até criança participando da brincadeira!

Tava um calor insuportável, então o pessoal jogando água era providencial! Tornava mais agradável ficar ali, o divertido é ver pessoas totalmente destraídas passando sendo molhadas de surpresa e elas nem podem fazer cara de bravas ou reclamar, afinal se você está ali sabe que isso vai acontecer.

Fique atento com sua garrafa de cidra, tem vários meninos tentando pegá-las, qualquer vacilada sua eles passam a mão mesmo, principalmente se você resolver deixar a garrafa no chão. Tem grupos que compram várias garrafas e as deixam num canto para ir usando aos poucos, vi várias dessas sendo levadas por esse moleques, a galera tá bêbada e nem se dá conta.

Só para constar eu fui nessa festa no dia 24 e disseram que rola também dia 31 e acredito que deve ser igual.


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Bodega Bouza – Montevideo

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Eu achava que qualquer taxista saberia chegar lá, não é bem assim. Pedimos um taxi no hotel e rumamos para lá, mas o taxista se perdeu, não sabia bem como chegar lá e por isso perdemos a hora! A visita estava marcada para às 16h, devemos ter chego umas 16h20 e a visita já estava rolando. Chegamos quando o “guia” apresentava a adega que fica no subsolo do local da produção do vinho.

Bom, vou ser bem sincera a partir daqui gente, eu confesso que não prestei atenção em uma palavra do guia, por vários motivos: a acústica do local era ruim, o guia falava em inglês e o sotaque dele era estranho e o principal motivo o guia é o homem mais charmoso e lindo que eu já vi na vida, não conseguia prestar atenção em nada do que ele falava, só conseguia admirar a beleza dele. Depois dessa adega visitamos a coleção de carros do Sr. Bouza (que pra mim é um monte de carros bonitinhos e nada mais) e fim, fomos para o restaurante para a degustação. Se você quiser saber mais detalhes sobre a visita veja os links abaixo…

O homem lindo que me tirou do sério, eu sei a foto não tá boa, não dá pra ver.

O homem lindo que me tirou do sério, eu sei a foto não tá boa, não dá pra ver.

A degustação que fizemos foi de 4 vinhos, um branco Chadornnay, um rosé, e dois tintos um Tannat sem barrica e um Merlot, se não me engano. Adoro vinhos, adoro conhecer e saber mais sobre eles, mas eu vinha de noitadas em Punta del Este e eu não estava conseguindo assimilar muita coisa (olha que a idade faz com a gente), lembro das minhas opiniões sobre os vinhos, o branco eu gostei bastante era bem forte e encorpado para um vinho branco, o rosé, eu não gostei, achei que ele não tinha personalidade, era fraco demais pra ser um tinto e forte demais pra ser um branco, provavelmente achei isso por que não entendo nada de vinho rosé, os 2 tintos eram bem bons. Lembro que a sommelier disse que a safra de 2011 foi a melhor safra de uvas Tannat da vida isso por conta da distribuição da chuva ao longo do ano, não choveu muito e o pouco que choveu foi bem disperso e por isso ajudou na qualidade da uva e consequentemente do vinho. Comprei vinhos da Bodega no freeshop do Uruguay, gostaria de ter procurado mais em Montevideo, mas não deu tempo…

Os 4 vinhos degustados.

Os 4 vinhos degustados.

Depois da degustação o guia nos levou ao local de fabricação do vinho e nos mostrou e explicou a parte que perdemos da visita. Ele mostrou onde as uvas são inicialmente processadas e por onde elas passam antes de irem descansar nas barricas de carvalho.

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Depois ainda pedi para dar uma olhada nas uvas no pé…

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O que eu mais gostei nessa visita foi o guia mais gato do mundo o local, tudo é muito lindo e perfeito, o restaurante, os vinhedos, a área externa ao restaurante, o prédio que parece uma igreja mas na verdade é onde eles fabricam o vinho e eu batizei de “Igreja Universal do Reino de Baco”, é tudo muito bonito e perfeito e o dia lindo que estava fazendo fez tudo ficar mais sensacional ainda.

A minha "Igreja Universal do Reino de Baco"

A minha “Igreja Universal do Reino de Baco”

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Super recomendo a visita e fiquei com muita vontade de voltar a Montevideo só para visitar mais vinícolas, essa amostrinha me deixou sonhando com mais vinhos.

A visita com degustação custou 500 pesos uruguaios, pagando com cartão tem o desconto do IVA que vem na fatura do seu cartão. Para chegar lá fomos de taxi a partir do hotel (em Pocitos) saiu 500 pesos uruguaios, mas se você for fazer  o mesmo imprima as indicações do site e dê para  motorista, deve ajudar… Para voltar a Lu Malheiros fez o que eu pretendia fazer, pegar um taxi até a Plaza Colon e de lá um ônibus até Pocitos, mas eu tive a sorte de pegar uma carona com o guia até o hotel… 😀

Mais sobre a Bodega Bouza: http://www.bodegabouza.com

Links sobre a visita à Bodega Bouza: http://brincandodechef.com.br/bodega-bouza-um-otimo-passeio-em-montevideu

http://www.vivendovinhos.com/2012/04/especial-uruguai-almocando-na-bodega.html

http://www.vinhoseviagens.com.br/2011/05/vinhos-do-uruguai-parte-ii-vinicolas/

http://www.meusroteirosdeviagem.com/2012/07/vinicola-bodega-bouza-montevideu.html

http://www.diariodebaco.com.br/index.php/2012/04/um-giro-pelo-uruguai-bodega-bouza/