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Viagens pelo mundo


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Hotel Atlantico – Puntal del Este

Escolhi esse hotel por recomendação do Viaje na Viagem do Ricardo Freire, fiz a reserva pelo Booking.

O hotel acabou de ser reinaugurado, está cheirando a tinta em algumas partes e a decoração é toda nova. Chamei o hotel de Hotel Pinterest, vários quadros com frases que decoram o hall de entrada, o salão de café-da-manhã eu já tinha visto na rede social.

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Ficamos num quarto standart chic com 2 camas de solteiro. O quarto tem um tamanho ok, talvez até um pouco pequeno, mas não achei um problema, o banheiro também pequeno sem janela, cuidado com a porta do box, ela ficou alguns milímetros aberta enquanto tomava banho e molhou o banheiro todo.

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O quarto que fiquei (no segundo andar) era do lado elevador (antigão que você tem que abrir aquelas grades), só usei pra subir e descer com as malas, quando ele era usado dava pra escutar o barulho do quarto, chato. Outra coisa chata do quarto, a vista era para rua e apesar de ser super tranquila vez ou outra passa ônibus, também fazia barulho. Acredito que se o quarto for longe do elevador e com a janela para a piscina esse problema se resolva.

O café da manhã precisa melhorar. Minhas últimas experiencias com o Ibis aqui no Brasil me faziam escolhe-lo como café da manhã super pobre, antes de ir pra Punta passei uma noite no Ibis de Montevideo e achei ótimo o café da manha deles, não sei se o Ibis melhorou, mas o café do hotel Atlantico deixou a desejar. Além de pouca variedade, suco só tinha de laranja (mas pelo menos era natural), quando chegava no fim da manhã com a sala lotada eles não davam conta de repor as coisas…

O bar do hotel tem um barman bem simpático e é um local bem agradável. Recomendo o clericó!

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A melhor coisa na minha opinião é a localização! Aquela península é muito agradável, parece um condomínio fechado com muito sossego, casas lindas, distância de 2 quadras de um super pôr-do-sol e umas 3 quadras dos pubs badalados como o Moby Dick, Soho e Mambo Club.

Se voltar pra Punta gostaria de ficar lá ou então em um pertinho chamado The Smalest Hotel.


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Punta del Este

Foram 2 dias e meio em Punta del Este poderia ficar mais, mas a cidade é bem cara, mas vale a pena o passeio com toda certeza.

Na quinta à tarde quando chegamos fomos dar um passeio pelas ramblas da península, para nossa surpresa o Itaú empresta bicicletas por 3 horas de graça para seus clientes, basta apresentar o cartão, eles fazem uma pré-aprovação no valor de 200 pesos uruguaios e quando você devolve a bicileta eles cancelam. Eu vi pontos para pegar as bicicletas em 2 locais da península, o ruim desse sistema é que você tem que pegar a bicicleta e entregar no mesmo local.

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Depois do passeio de bicicleta pela península fomos ver o pôr-do-sol, olha só a hora que fomos ver o pôr-do-sol.

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Tinha lido que Punta del Este tinha o pôr-do-sol mais lindo do mundo e é bem verdade… Aqui no Brasil não temos muitos lugares para ver o sol se por no mar e com lugares perfeitos para poder assistí-lo, lá qualquer lugar é lugar para ver o sol se por…

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Pôr-do-sol na rambla Gral Artigas em Punta del Este.

Tomamos um clericó no bar do hotel e decidimos ir ao Conrad, um dos cassinos da cidade, acho que o maior.

Foi a primeira vez minha e da Bibiana num cassino, não tinha muita gente e apesar de não ter ganho nada em momento algum achei divertido, rende boas risadas e alguma empolgação se você ganha alguma coisa, mas ir uma vez só foi o suficiente.

Conseguimos fazer uma foto dentro do cassino!

Conseguimos fazer uma foto dentro do cassino!

No dia seguinte fomos no Museu do Mar, pegamos o ônibus na rodoviária para La Barra e descemos logo depois das pontes onduladas e andamos 1,5km. Eu não dava muita coisa para o Museu, mas me surpreendi tem várias coisas da história da região de punta e todo o litoral, animais empalhados, ossadas de  baleias, é bem interessante, a entrada custa uns 18 reais, não é muito barato, mas achei que valeu a pena.

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Voltamos pra Punta, almoçamos, curtimos um pouco a praia Brava pertinho dos dedos e seguimos para ver o pôr-do-sol na Casapueblo.

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Fomos de ônibus, descemos na Ruta e pedimos carona para chegar até a Casa Pueblo. Quando estava lá não acreditei que fossem só os 1,5km que nos disseram, acabei de calcular no google earth e é isso mesmo, apesar do ônibus ser super barato 47 pesos uruguaios (na ida) a volta é complicada pois você tem que ficar lá na pista esperando passar um ônibus para te levar de volta. Não recomendo ir de ônibus, sei que ir de taxi é caríssimo, mas não vi se tem vans ou algo parecido.

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No dia seguinte aproveitamos  a praia Brava onde estava acontecendo um campeonato de surf e assistimos o pôr-do-sol acompanhadas de uma taça de vinho! Como sempre muito lindo!

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Uruguai – Roteiro

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Minha amiga Bibiana teria 1 semana de folga durante o Natal e queria companhia pra viajar e perguntou se eu tava afim. Claro! A primeira opção era Colombia – Bogotá e Cartagena das Índias, mas como as  passagens nas datas que a minha amiga podia tinham preços absurdos tivemos que mudar de planos. Sugeri Chile e Argentina (Santiago e Mendoza) e ela também achou as passagens caras, então sugeri Uruguai e ela topou.

Resolvemos fazer 4 dias (incluindo a chegada) em Punta del Este e 4 dias (incluindo a saída) em Montevideo. Passando o Natal em Montevideo  e indo dia 25 para Colonia, já que tudo dizia que em Montevideo não teria nada aberto.

Pois bem, eu fui 1 dia antes pra conseguir usar as minhas milhas e minha amiga chegava no dia seguinte.

Seguimos para Punta direto do aeroporto de Montevideo, são 2 horas de viagem, 190 pesos uruguaios e ônibus com wi-fi.

Ficamos quinta, sexta, sábado e domingo cedo em Punta, partimos às 11h15 para Montevideo. Domingo (tarde), segunda, terça, quarta e quinta (cedo) em Montevideo. A chuva no dia 25 cedo acabou atrasando nossa ida para Colonia del Sacramento e acabamos passando mais tempo na estrada do que na cidade, mas mesmo assim valeu a pena.


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Chengdu – A cidade e Reserva dos Pandas

Passamos só 1 noite em Chengdu, como de Lhasa para Hong Kong não tinha voo direto e tínhamos que fazer escala em algum lugar escolhi Chengdu para conhecer a reserva dos Pandas!

A cidade me pareceu mais moderna, organizada e bonita que todas as outras que conheci na China continental, acho que além da reserva do pandas na cidade mesmo não deve ter muita coisa pra fazer (museus talvez), Chengdu faz parte da rota da seda então tem muita história, é uma cidade que existe desde o século V a.C.

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Fiquei uma noite no hotel Chengdu Furong Hotel, pra variar o hotel é para o público chinês, café da manhã chinês, ninguém fala inglês.

A localização é boa, se você pensar que tem restaurantes e supermercados próximos, como meu objetivo na cidade era visitar os pandas e só fiquei uma noite, não saberia que outros locais seria bom se hospedar na cidade.

Ficamos num quarto duplo com uma cama extra e qdo chegamos só tinha toalhas para 2 pessoas, liguei na recepção e quem disse que alguém me entendia? Tive que descer levando o ipad e mostrar para a recepcionista que queria toalhas no tradutor do google. Funcionou e me levaram as toalhas, depois de tantos dias na China, nem achei isso um grande problema.

A internet era boa, na medida em que a internet na China pode ser boa, uma vez que tem um monte de coisas bloqueadas.

Fomos na reserva dos Pandas de manhã, tínhamos chego na cidade na tarde anterior, segundo a minha guia, que era uma fofa, de manhã é  o melhor horário para ver os ursos, pois eles estão mais ativos.

A reserva nada mais é que um zoológico só de pandas, o Pandas Gigantes e os Pandas Vermelhos, mas esses bichos são muito cativantes, meu pai que nem fazia questão de ir ficou encantado com os bichos!

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Eu fiz até um video dos pandas comendo seu café da manhã.

Depois do passeio pela reserva assistimos um video institucional e fomos pro aeroporto e voltamos pra Hong Kong.


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Lhasa – Lago Yamdrok

Uma das paisagens naturais mais bonitas que eu vi no Tibet sem dúvida é o Lago Yamdrok.

Lago Yamdrok

Lago sagrado para os tibetanos percorremos de carro (van) cerca de 1 hora de Lhasa até lá.

A caminho do Lago Yamdrok

Paradinha básica antes de chegar no parque que abriga o lago.

Paisagem no caminho

Provavelmente a época do ano não ajudou muito, a paisagem é bem bonita  e diferente de tudo que se ve pelo Tibet, mas o frio faz você ser quase o único no lugar. E o gelo nas bordas não te deixa chegar muito perto da “água”.


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Tibet – Lhasa – Monastérios e templos

O primeiro templo que visitamos foi o mais famoso deles o Potala Palace, praticamente o Vaticano do budismo tibetano. Quem assistiu 7 anos no Tibet vê que esse monastério era a casa do Dalai Lama quando ele ainda vivia no Tibet. É enorme, um palácio gigante cheio de salas e capelas.

Potala Palace

Subindo o Potala Palace

Janelas do Potala Palace

O Potala Palace é pintado todos os anos e antigamente era usado leite de yak para pintá-lo. Ao redor dele ficam vários peregrinos dando voltas e fazendo suas preces.

Depois, bem no centro de Lhasa pertinho do hotel, fomos conhecer o Templo Jokhang, esse templo fica bem no coração da cidade e em torno dele além de pessoas dando voltas e fazendo suas preces tem uma feirinha com várias barraquinhas.

De verdade eu não sei diferenciar um templo de um monastério, para mim tudo é muito parecido, exceto é claro pelas estátuas de um deus aqui, um budah ali, mas pra mim é difícil guardar exatamente por que esse ou aquele monastério é mais importante, cada um tem sua caracterítica assim como as igrejas para nós, mas certamente todas essas capelas e templos que visitei são todas parecidas para mim como as igrejas da Itália para um budista. Não é permitido tirar foto de dentro dos templos.

Dentro do templo Jokhang

Em torno do templo Jokhang.

Entrada do tempo Jokhang

Vista do templo Jokhng para a praça

No dia seguinte fomos no monastério Drepung. Lá tem a maior cozinha do Tibet, um forno enorme e um monte de ‘tonéis’, não sei se é esse o nome, para armazenar o chá de manteiga de yak. Quando entrei nessa cozinha me senti entrando no túnel do tempo, uma coisa bem medieval mesmo, apesar que medieval é um adjetivo bem ocidental, mas essa é a única palavra que eu consigo descrever essa cozinha, entrar lá foi como se o tempo tivesse parado.

Monastério Deprug

Monastério Deprug

Monastério Deprug

No monastério Sera eu não entrei, apenas assisti ao debate dos monges. Um trechinho do que eu vi lá.

Debate dos monges no monastério Sera

Entrada para o Monastério Sera.

O debate dos monges é uma coisa bem intrigante porque eles  parecem super empolgados e você não entende absolutamente nada. Queria muito entender o que eles tão debatendo, disse meu guia que são coisas filosóficas e bastante profundas, mas eles parecem ser algo divertido, nada de tão sério ou leve.

O monastério estava fechado para visita, mas na entrada tinha um desenho que meu guia fez questão de explicar todinho o Bhavacakra. Pena que não consegui tirar uma foto decente para mostrar aqui.